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Vocação
Universal à Santidade
"A vocação
à santidade". A santidade! Eis a graça e a meta
de todo aquele que crê, de acordo com o que nos lembra o Livro
do Levítico: "Sede santos, porque eu, o Senhor vosso
Deus, sou santo" (19,2).
Sendo convite para um relacionamento de intimidade com a Trindade,
a vocação aparece também como chamado à
santidade, isto é, à plenitude da vida cristã
e à perfeição da caridade. Vocação
é, pois, comportar-se como o Pai se comporta (Mt 5,48).
Nós sabemos que a santidade é uma prerrogativa exclusiva
de Deus (1Sm 2,2). Deus é santo porque é totalmente
diferente das pessoas humanas e do mundo (Os 11,9; Is 55,8-9). Ele
é santo, diferente, porque ama e acolhe as pessoas, especialmente
os pequenos, os excluídos e excluídas (Is 41,14).
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Mas
a pessoa humana é chamada a participar da santidade divina
(Lv 19,2; 1Pd 1,15-16; 2,9-10).
A santidade consiste em ser perfeito no amor (Ef 1,4). O amor é
o distintivo dos cristãos e cristãs (Jo 13,34-35;
15, 12-13.17). Ser santo ou santa significa fazer a diferença,
ou seja, responder aos desafios de cada época com um amor
sem medidas (Jo 15,14-15; Gl 3,25-29). Esta mesma santidade é
vivida por caminhos diferentes em razão da diversidade dos
carismas (1Cor 12,7; Rm 12,4-8; Ef 4,7) dos serviços e ministérios
(1Cor 12,14-21; Ef 4,11-12).
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